Fé Inabalável

Imaginem…
Perder um filho?
Quanta dor
Quanta contestação

Nesta hora
Deus é cruel
A vida é madrasta
O mundo…
Um lugar
Inqualificável!

Mas a mãe
Que tem fé
Diz:
Deus sabe
O que faz!

O pai amigo
Diz:
Meu filho
Está em um
Bom lugar!

E se este filho
Mesmo antes
De morrer
Foi perseguido
Acusado
De algo
Que não fez?

É um motivo
A mais…
Para este pai
Esta mãe
Se revoltar
Retaliar
Gritar
Aos perseguidores:
Nós odiamos vocês!

Mas não
Foi isso
Que fizeram

Eles simplesmente
Disseram:
Nós perdoamos!
E também
Sentiram
Profundamente
O perdão!

Contrariando
O que muitos
Imaginavam

O normal
Seria…
Se vingar
No mínimo
Protestar!

Mas este pai
Esta mãe
Tem uma
Fé inabalável
Nos desígnios
Divinos

Mas…
Por que será
Que Deus
Levaria
Um rapaz
Integro
Alegre
Amigo
Conciliador
De uma maneira
Tão cruel?

Ora, porque
Deus
Sabe o que faz!

Depois que
Seu Espírito
Alçou voos

A paz
Salpicou
A vida
De sua família

É comum
Vislumbrarmos
Seus irmãos
Terrenos
Se unindo
Para cercar
A florzinha
Enviada
Por Deus
De muito
Amor e Carinho

As tias
Os primos
Que aqui ficaram
Sabem agora
O que é
Ser Solidário!

E ele,
Lá do Alto
Se ocupa
De ensinar
Os mais novos

O quanto
Deus é sábio
E jamais
Faz algo
Que castigue

Sopra
Nos ouvidos
Das crianças
O quanto
Seus pais
São especiais

O quanto
Eles próprios
São especiais

Renasceram
Com a missão
De unir
De conciliar
De iluminar
De realizar
O Plano Divino:

Transformar
O Planeta Azul
Em um oásis
De Amor
E Solidariedade!

Poeta Estelar
by Elza Horai


Será mesmo?

Muito já falamos sobre a necessidade que o homem terreno tem de ver para crer. Sinalizam que não estão entendendo nada, ao primeiro sinal de um ensinamento que carregue a necessidade de ter fé para formatar seu significado. Sentem-se excluídos quando alguém ousa dizer: Aprender a Amar é o único caminho para se chegar a felicidade! Protestam, e mais ainda, tentam de todas as maneiras provar que para ser feliz é preciso ter e não ser – mais compreensivo, mais humano, mais digno.
Vamos contar uma pequena história que se passou a alguns anos atrás. Dois amigos sentados no interior de um automóvel conversavam alegremente: – Eu quero me casar e ter uma família. Afirmação que o outro completou: – Eu também, mas antes disso quero ficar rico. Priorizando o bem-estar material, um deles distorcia a orientação que recebeu antes de reencarnar, o outro, pelo contrário, vibrava com todos os detalhes tudo que ouviu no momento anterior ao esquecimento que precede a volta ao corpo carnal.
Hoje, tanto um quanto outro já pertencem a outra esfera de vida, nenhum dos dois se casou, nem mesmo aquele que desejava ficar rico conseguiu atingir seu objetivo.  Agora, juntos, se empenham a ensinar os familiares que aí ficaram, a serem mais tolerantes, mais íntegros, a elegerem o perdão como bandeira de vida. O que queria formar uma família conseguiu trazer à vida, aquela menina que um dia o amou profundamente, isto graças a sua força de não se desviar da missão a ele entregue. O outro não, desviou-se da meta de formar uma família que seria composta de espíritos que trariam a paz e a conciliação a espíritos arrogantes, que em vidas passadas abusaram do poder transitório e transformaram irmãos em servos.
Pode parecer confuso, mas não é, todos os desencarnados tem suas tarefas, assim como todos os encarnados. No caso dos dois amigos, a lição a se aprender é: não se desviar das incumbências que o subconsciente teima em repetir. O rapaz que conseguiu trazer à vida aquela que por força de seu comprometimento seria sua filha, avançou, e muito, em sua jornada evolutiva. O outro, perdeu um tempo precioso, desperdiçou uma grande oportunidade de diminuir a distância que o separa da Casa do Senhor, mas mesmo assim, prossegue trabalhando, angariando força e conhecimento para um próximo retorno.
Sentimentos como o amor, a benevolência, a misericórdia e muitos outros de altíssima vibração, tem o poder de retirar a névoa densa que encobre a consciência e não permite o livre entendimento do motivo do enfrentamento terreno; por outro lado, sentimentos de baixa vibração, como a arrogância, a ganância, a vaidade, encobrem cada vez mais as lembranças guardadas no subconsciente e que podem ser a diferença entre acertar e errar.  Os dois amigos, apesar de terem desencarnado na flor da idade, tiveram tempo suficiente para entender que Deus é Amor e espera que seus filhos elejam este sentimento como o porta voz de todas as atitudes.
Amigo da Luz
Membro da Plêiade do Amor Universal

fe-inabalavel
Imagem de apresentação do post : pixabay.com

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