O Marido Ideal

Pensem em alguém
Que se preocupa
Com os filhos,
Mas não sufoca
Que supre a família,
E não se preocupa
Em retribuição
Em forma de agradecimento
Ou mesmo de
Um abraço apertado…
É claro que
Adora carinho!
Pois nasceu
Para carinhar!

Os filhos o adoram,
A esposa o mima
Em tudo que pode
Mas que sortudo!
Diriam vocês…

Eu diria o contrário
Merecedor
Isso sim!
Aparentemente
É sério e centrado
Mas… por dentro
Carrega um espírito
Leve e sutil

E completo,
Sortuda é a esposa
Que desde os oito anos
Sabia que se casariam
Desta vez,
Não fui eu que disse
Foi o médium
Que a recebeu
Como filha

Hoje,
Minha homenagem
É pra ele…
Afinal,
Uma vida de trabalho,
Coroada
Com uma aposentadoria
Sem reclamações
Sem perder tempo
Com atividades vazias
Sem se intrometer
Na vida dos filhos
Tentando crescer
Como Espírito Eterno
A cada dia…
Merece um
VIVA !!

Parabéns!!
Vovô do Teteu Serelepe
Tantos anos
Tentando conciliar
Tentando buscar
O melhor da vida
Tentando encontrar
O caminho do bem
Culminou
Com esta humilde Poesia
Presente de Aniversário!!

Transmito aqui
O agradecimento
Dos amigos daqui
Em especial
Do sogro médium
Que sabia o quanto
Sua filha e seus netos
Seriam cuidados
E AMADOS!

ALN e Poeta Estelar


Saber com Antecedência

Médiuns, todos somos, médiuns com dons diferenciados nem todos. A mediunidade é uma forma de comunicação com o Alto, isto é certo, mas também é uma ferramenta para se corrigir posturas equivocadas. Intuições fortuitas são manifestações mediúnicas que carregam orientação e direcionamento, o encarnado que se isenta de seguir aquilo que sua mente lhe orienta através de conselhos de seu mentor corre o risco de se colocar em grandes apuros.
Há muitas dúvidas com relação a este mecanismo divino, alguns temem qualquer assunto que carregue em seu contexto, referências a médiuns que recebem cartas de  desencarnados, que incorporam espíritos em sessões de desobsessão, que curam através da imposição de mãos, mas este temor foi gerado em momentos calcados pelo sofrimento vividos em passadas encarnações.
É difícil imaginar, se ver diante de uma cena onde o sofrimento de alguém querido é tão intenso a ponto de roubar-lhe a vida. Quando isto acontece, jamais se esquece, independente de quantas vidas se vive. Temor, receio, ojeriza, é fruto apenas, e tão somente, de lembranças dolorosas cujo mote foi a mediunidade. Retaliações por se colocar contra determinações de instituições religiosas, condenações extremas apenas por se apresentar como intermediário do Alto e inúmeros outros motivos levaram os médiuns de todos os tempos a se colocarem em posição de constante defensiva.
Agora, prever o futuro é algo mais ameno, suscita curiosidade. Muitos procuram videntes, magos de todas as categorias para descobrir se serão felizes, se casarão, terão filhos, ganharão na loteria, mas porque uma coisa suscita temor e outra curiosidade? Porque o homem sempre se interessou em saber de onde vieram e para onde irão. É muito interessante imaginar que podemos saber com quem nos casaremos, quantos filhos teremos, qual a profissão escolheremos.
Médiuns, podem sim, afirmar com precisão muitas indagações à respeito do futuro, pois estes estão em contato com entidades energéticas que enxergam os acontecimentos da vida terrena sob um outro ângulo, sem as porteiras do tempo e do espaço. Mas como Deus é sábio, ele só permite que estas revelações sejam feitas em casos muito especiais, quando isto poderá ser benéfico para aquele que recebe a predição mas principalmente com o que ele fará com o que ouviu.
É certo que o livre arbítrio ditará a conduta, mas de posse de uma informação preciosa muitas vidas poderão ser beneficiadas e caminhos totalmente retraçados, dependendo de como o encarnado faz uso daquilo que lhe foi permitido acessar. No caso de nossa amiga da Poesia “O Marido Ideal”, o fato de saber com quem se casaria, mesmo que o pai médium se referisse ao fato em tom de brincadeira, fez com que o futuro a presenteasse com inúmeros acontecimentos legados como “obra do acaso” mas que na verdade foram regidos por energias poderosas geradas no momento que ela ficou sabendo que se casaria com o marido ideal, isto aos oito anos de idade.
Os caminhos que regem o futuro de cada encarnado são pré-traçados, mas jamais a decisão de cada um é ultrajada, na grande maioria das vezes, alterações são vislumbradas a cada instante, mas isto não interfere no objetivo final do caminhar, atingir os Céus, onde fica a Casa do Pai.
 
Osmar Silva

 

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