O Circo

Poesia de criança
Tem que ser engraçada
Não pode faltar palhaços
Nem engolidor de fogo
Epa! Mas se for muito
Criancinha
Não pode ter este
Personagem tão diferente…
Afinal… ninguém
Engole fogo em sã consciência
Mas o que não percebemos
É que criança é mais esperta
Que todos nós!
Todas sabem que é um truque!
Como assim TODAS?
Se algumas até choram!

O que poucos sabem
É que todas as crianças
Já vieram com muito conhecimento…
Principalmente do que é verdade
E do que é não é…
O Circo é algo que remonta
A Antiguidade mais antiga
Então quase todas
Já assistiram espetáculos circenses
Ou até já foram palhaços,
Mágicos ou malabaristas

Voltando as crianças que choram
Quando veem a mulher barbada,
O palhaço que solta água pelo chapéu,
O mágico que desaparece…
Sabem porque elas se assustam?
Porque em alguma vida passada
Ela foi judiada por alguém de barba ou
Morreu afogada em uma tempestade ou
Foi abandonada pelos pais…
Só isso!
No fundo…
Todas sabem que é brincadeira
Mas o espírito da criança
Guardou  tantas memórias negativas
Relacionadas com o que
Ela está assistindo
Que o choro corre solto!

Hoje tem goiabada…
Hoje tem marmelada…
E o palhaço quem é?
É ladrão de mulher…
Grita toda a criançada
A lona do circo
O enorme picadeiro
O pipoqueiro barulhento
O ingresso colorido
Circo é só alegria!
Tirando as lágrimas
Que já explicamos
O resto é só felicidade!
Vira e mexe…
Mesmo agora
Que somos adultos
Nos pegamos sorrindo
Ao nos recordarmos
Dos trejeitos do palhaço
Colocando a mão no queixo
Arrumando as calças que caem
Puxando o nariz postiço
Jogando papel colorido na plateia
Como se fosse água que molha

A criançada merece
Tanta felicidade!!
A alegria é um bálsamo
Para a alma…
Que tem o poder
De anular
Lembranças tenebrosas
Trazidas de vidas passadas
Com certeza a criança
Que riu das palhaçadas
Do palhaço nesta vida
Em uma próxima oportunidade
Não verterá mais lágrimas
Angustiadas…
Pois sentimentos alegres
São mais marcantes
Que lembranças doloridas!

Vocês perceberam que falei
De reencarnação e não avisei?
Eu sei que prometi avisar
Na Poesia “Cachoeiras de Minas Gerais”
Mas vou explicar porque:
Como nós postávamos
Estes humildes ensinamentos
Em uma rede social
Leitores com todo
Grau de conhecimento espiritual
Acessavam…

Às vezes inocentemente
Se deparavam com conceitos
Contrários as suas crenças
Em lugar de pesquisarem mais…
Estudarem mais…
Refletirem mais…
Buscarem a verdade…
Protestavam …
Protestavam …
Protestavam …
À ponto de interferir
Na minha comunicação
Com nossa Amiga Elza

As formas pensamentos
Eram tão densas
Que prejudicavam sua mediunidade
Pois todos a conhecem
São parentes e amigos
E a conexão é muito estreita…
Ela como todos os médiuns
Tem a sensibilidade à flor da pele
E “sente” a energia que os outros  emanam
Em especial aqueles que são mais próximos
Por este motivo decidimos
Em comum acordo
A não mais postar estes
“Belos textos” em redes sociais
A não ser em grupos fechados
Que entendem a nossa linguagem

Presumo que aqueles que acessarem
O blog de livre e espontânea vontade
Já sabem de antemão o que vão encontrar
Ensinamentos que versam sobre
A Lei mais perfeita do Universo: A Reencarnação
A Lei mais justa do Universo: Ação e Reação
A Lei mais maravilhosa do Universo:
Todos caminham em direção à Casa do Pai
Então me sinto livre da promessa!

Poeta Estelar

 

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