Menina Sortuda

O que vocês diriam
Se eu contasse
Pra vocês
Que conheço
Uma jovem menina
Que tirou a sorte grande!
Conheceu
O companheiro
Por uma “sorte”
Do destino…

O rapaz
Era filho do mundo
A bordo de um
Transatlântico
Trabalhava
Sem colocar os pés
Em terra firme
Ganhava muito dinheiro
Mas queria mesmo
Era encontrar
O grande amor…

Em um dos
Portos Europeus
Durante uma
Rápida parada…
Da escotilha
Viu o seu amor
Passar pelo cais
Desembarcou
E sem maiores
Titubeios
Declarou:
“Você quer se casar comigo”

Que susto!!
A garota quase desmaiou
Mas respondeu:
“Claro que sim!”
Bem, a narrativa
Acaba por aí
O desfecho desta
História de Amor
Fica por conta
De cada um…

Hum!! Como percebi
Que não gostaram…
Posso revelar
A minha versão
Que pode não ser
A verdadeira
Mas…

Os dois pombinhos
Selaram os votos
De amor eterno
Em uma cerimônia
Simples
Mas regada de
Muita alegria

A família da noiva
Não cabia em si
De satisfeita
Afinal, o desfecho
Poderia ser bem outro
E o temor
Tinha fundamento

A família do noivo
Como sempre
Feliz com a felicidade
Do filho querido
Do irmão amado

Foram morar
Em um cantinho
Pequenino
Bem longe do mar
Mas com as
Bênçãos do Criador
Que providenciou
Tudo…tudo…
Que precisavam

Afinal,
Um Amor assim
Tão grande
Merecia
Muitos presentes

O rapaz
Pediu a mesma noiva
Em casamento
Pela terceira vez…

É certo que
Das duas vezes
Anteriores
Não foram
Muito felizes
A menina sortuda
Vivia procurando
Pêlo em ovo
E o pior…
Por este motivo
Os dois casamentos
Foram por
Água abaixo…

Mas o Amor…
Ah! Este não acabou!
Tanto ela
Quanto ele
Prosseguiram
Se amando
Mesmo após
O desencarne…

Renasceram
Casaram
Separaram
Desencarnaram
Renasceram
Casaram…

Bem,
Na minha opinião
Acho que ela
Aprendeu a lição
Não procura mais
Pêlo em ovo

Não atazana
Mais o marido
Porque não gosta
Que ele ame
Sua família

Não elege
A ingratidão
Como conduta
Rotineira

Não espezinha
A sogra
Porque ela
A ama como
Se fosse sua filha

Não exige da mãe
Mais do que
Ela pode lhe dar

Não destrata
A cunhada
Só porque ela
É mais feliz

Não exige
Que as irmãs
Sejam como ela é

Bem, essa é
A minha opinião…
Pode ser
Que não seja
Nada disso
Mas…
Como Deus é sábio
E deu para
Todos os filhos
O dom do discernimento

A menina sortuda
Desta vez,
Poderá finalmente
Envelhecer
Ao lado do
Seu grande amor

Retribuindo o carinho
Que sempre
Recebeu
Da família que a acolheu

Aliás,
A mesmíssima
Das outras duas vidas
Em que foi escolhida pelo
Rapaz equilibrado…
E… Feliz…

Aimanon e Poeta Estelar


Escolha Acertada

É interessante tocar neste assunto, todos os dias casais se formam e se desfazem como se isto fosse regido por simples simpatias ou antipatias. Como estamos em uma época que revelações estão chegando aos borbotões, vou detalhar exatamente como estes encontros e desencontros ocorrem. É claro, que sob o nosso ponto de vista, o qual exprime a verdadeira essência deste mecanismo. Espíritos que conviveram em vidas precedentes, alinharam de tal forma sua energia consciencial que em momentos futuros poderão se reencontrar como um casal. Afirmo, poderão… caso aceitem. Nenhum bebê que nasce no Planeta Terra e em todos os Planetas comandados por Deus Pai, chega de uma maneira casual. Aos analisarmos aquele rostinho delicado, o corpinho indefeso, não poderíamos imaginar, ou melhor, aceitar sem maiores contestações, que toda sua vida já está traçada. Que profissão optará, que esposa ou marido escolherá, quantos filhos terá. Esta é a verdade. Um plano de vida minucioso já está acordado, ou seja, combinado, aceito, detalhe por detalhe. Sair fora deste roteiro, significa, desiquilíbrio total do espírito eterno acolhido no interior do corpo terreno.
No caso específico de casais, com certeza, se sabe quem foi o escolhido. Basta consultar o coração, ele não se engana jamais, o sentimento que desprende é inconfundível, afinal, é uma emoção já vivida, apesar do esquecimento, o momento do aceite, permanece vivo e pulsando no peito. Os enganos se devem, prioritariamente, as posturas que buscam a beleza física, a posição social, o prestígio. Nestes casos, a vibração do corpo físico é confundida com o equilíbrio sereno do amor, e assim, começam os desencontros. Casamentos que duram o suficiente apenas para viajar de lua de mel ou que não se sustentam sem a interferência de terceiros, como pais e familiares próximos. Os filhos então, postergados para nascerem em outras oportunidades e os que chegam, frutos destes casamentos equivocados, são, na grande maioria das vezes, motivos de ajustes e não aqueles originariamente acordados.
Quando se encontra e se acolhe o parceiro certo, a vida prossegue como se tudo obedecesse a um script pré-conhecido, vemos equilíbrio, felicidade e principalmente crescimento. Os filhos frutos destes casamentos, se tornam adultos serenos e cônscios de suas obrigações como parte do mecanismo perfeito criado por Deus Pai Todo Poderoso e que  envolve os Céus e a Terra.
Aimanon


 

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