Lentidão

É bem possível que em alguns momentos se faça sentir que o caminhar está muito lento,  no que diz respeito a entender o mistérios que permeiam Céus e Terra, busca-se conhecimento, mas é muito difícil saber quais as reais motivações, se é confundir cada vez mais ou trazer preciosos esclarecimentos. Supondo que exista clareza, que o que se encontrou é realmente algo que aqueça o coração e tenha o comprometimento com todos os parâmetros pré-estabelecidos para se acreditar piamente que é verdade.  Chegamos em um outro embate: por quê acreditar, se muitos nos dizem que o real é tudo que se pode ver, tocar, ouvir com os ouvidos terrenos, em especial,  algo que saia da boca de alguém como nós, que olhando nos nossos olhos, brada com todos as forças de seus pulmões: -Me ouçam! Eu sei o que digo!!.
E você, ouvindo atentamente, balança a cabeça concordando. Sente um alívio por “alguém” ter a coragem de dizer que descobriu os motivos de tantos embates no dia a dia, e o que é melhor, sabe o que se deve fazer para resolvê-los. Feliz da vida,  volta para casa aliviado, afinal, é só seguir o que foi dito e tudo se resolverá. E os dias passam… e nada! O coração pesa, a mente diz: – Qual o motivo desta dificuldade toda?  Inúmeras vezes, retorna ao ponto de partida, repensa, busca outras fontes, outras pessoas, se envolve com as palavras, se entrega as orientações e… nada! Até que chega um dia em que você desiste de tudo, não acredita mais que é possível receber um socorro para os seus dramas e decreta: -Sou ateu! Não acredito em nada!
Errônea decisão, o que faltou foi algo tão simples que dá vontade de rir. Estando todos nós em um processo de contínuo aprendizado, nada mais justo que qualquer dificuldade seja uma lição a ser aprendida. É claro que ouvir isso leva a algumas contestações, inclusive, que não é justo, uns terem grandes desafios, e outros nem tanto. Se por acaso, em algum momento acionou-se a inteligência para refletir a respeito da vida madrasta, é óbvio, que a lentidão em alcançar o equilíbrio se deve a facilidade que se delega “ao outro” a tarefa de desfazer os nós que se devem única e exclusivamente a pensamentos, sentimentos e atitudes do próprio reclamante, nesta e em vidas passadas. E não podemos criticar, afinal, é uma postura comum a grande maioria dos mortais. Não se abraça a própria causa, tenta-se de todas as maneiras fugir da raia, roda-se em círculos, em nenhum momento leva-se a mão a consciência em busca de respostas.
Mas  tudo se aclara à partir do momento que se estabelece uma ligação direta com Deus, o Criador, o Pai de todos nós. E Ele dirá nos seus ouvidos: – Filho querido, prossiga firme, só você pode saber o que tem que ser feito para sair vitorioso desta jornada! Tenha fé e preste atenção em tudo que te faz realmente feliz! Aí está a chave para o equilíbrio que tanto procura!
Amigo da Luz
Membro da Plêiade do Amor Universal
by Elza Horai
Image by Gerd Altmann from Pixabay

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