
Quantas recordações guardamos
Nas alamedas floridas
De nosso jardim interno
…as crianças sabem onde fica
Na arrogância do outono
A recordação do que fomos…
Acaba por extinguir-se
Restando apenas as cinzas
A cada ano que passa
O outono se torna
Mais seco e escuro
Acalentando apenas
As amargas recordações!
Não mais regamos
Os canteiros cultivados
Com tanta alegria
Pela criança que fomos
As nossas
Mais cuidadas lembranças
Sobrevivem a todos os outonos
Aconchegando nosso caminho…
Quando a aurora de sua
De sua vida chegar
Relembre cada momento que viveu…
Sinta a mão do Criador!
Poeta Estelar by Elza Horai